“ Incrivel é a capacidade inexoravél da mente humana de substituir as coisas para entendê-las…
Se apropiando de tal logística, podemos perceber que o amor não é nada a mais que uma guerra, e armada, pois existe diversos “frontes de batalha”, e só sai vencedor uma pessoa. No imaginário popular já se diz: conquista.
E qual a diferença de conquistar uma pessoa e conquistar uma cidade ou país? Primeiro que um apaixonado e um general importante não iriam medir forças para alcançar seus objetivos, e as vezes essa verdadeira corrida pode tomar caminhos inóspitos e delirantes. Caso a campanha ocorra de forma inesperada, e uma série de falhas culminem em um suicídio premeditado, e avisado, seja ele em paralelo militar, com um conselho deliberativo avisando sobre riscos de guerra, ou no campo emocional, do desequilibro da mente humana apaixonada em recusar o aviso de amigos sobre os riscos de investimento. E quando a batalha dá errado?
Ah, salve o general que souber abrir mão do orgulho e entregar seu poder ao exercito que antes combatia para ter a vida de seus soldados poupadas. Ou então, fazer algo considerado traição, que é se aliar ao “inimigo” para evitar um fracasso total. Isso é muito improvável de ocorrer em uma guerra, mas acontece. Em algumas situações, acaba em rendição formal, que pode dar errado. Von Paullus que o diga, em Stalingrado, ao se entregar ao Exército Vermelho, na tentativa de salvar vidas Alemãs. Pelo menos, foi belo o esforço e evitou a continuação de uma guerra já perdida. E por que se render? Pois assim, ainda existiu a esperança de sair alguem salvo de um inferno de ferro e fogo, que não criado por eles, foi fabricado em salas do alto comando.
Agora, para um ser apaixonado, abrir mão de seu amor para assistir a sua felicidade a distância é quase impossível. O egoísmo é sempre mais forte, e o desejo de lutar pelo seu espaço vital consome sua alma.
Então, belo é aquele que se conforma e assiste a vitória de terceiros sobre seu objetivo, ou então, atua colaborando com o “inimigo”, sendo que é mais provável que seu amor acabe com o seu “inimigo” do que com você. Por que colaborar? Pelo simples fato que talvez com ele, saia algum sorriso, e seu amor seja realmente feliz, e para alguns, apenas ver seu amor sorrir é suficiente para ganhar o dia.”
Raphael Castelo branco
(via adryellelasser)
(via anabeatrizvargas)
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(via baby-youreafirework)

Foi se afastando, lentamente.Tentando evitar a dor, tentando evitar rancor. Tentando evitar transtorno, querendo afastar-se da mediocridade, da falsidade, da hipocrisia. Foi se afastando por motivos breves, mas difíceis de explicar. Foi se afastando por que estava cansada, cansada de sofrer, cansada de tanto rancor em sua nada mole vide, estava cansada das pessoas, principalmente delas. Foi se afastando das pessoas, mas não de todas, mas sim daquelas que lhe faziam chorar, daquelas que não mereciam uma gotícula do seu choro. Foi se afastando de toda as pessoas que a queriam lhe ver mal, para se sentirem bem. Se afastou das pessoas que bagunçavam sua vida, se afastou das pessoas que um diziam “eu te amo, nunca vou te esquecer” e no outro dia não virava nem a cara pra dar um “oi”. As pessoas mudam, e a maioria delas pra pior. Pessoas que querem te ver não te merece, então sorria, pequena. Não chores, por que é isso que eles querem, querem te ver chorando, querem te ver no chão. Mas garota, abra aquele seu sorriso de sempre e não deixe que nada a deixe levar. Venha com sua armadura e derrube aqueles que um dia te derrubaram, daqueles que um dia te pisaram como se você fosse um nada. Você vale a pena, pois é uma garota de ouro, diferente de muitas outras por ai. Ela se afastou por quê não queria mais ser boba, e otária, não queria mais na sua vida, pessoas que a magoavam, queria eliminar tudo que fazia mal e multiplicar o que lhe fazia se sentir bem. Mas quem conhecia bem aquela garota, sabia, que ela não deixaria isso barato. Um dia ela iria voltar, e desse vez com força máxima. Doeu, se afastar, mas era o que restava, era isso ou sofrer mais ainda. A pobre menina então se afastou daqueles, que não a mereciam como amiga, por que, ela se doava, e ninguém se doou no direito cuidar. (cuidar-me)
(via palavras-ocultas)